quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
criatura medonha, reúine em si, toda a preguiça a gula, se dexa dominar por coisas pequenas não luta, não quer sair, se esconde atrás da feiura, não quer parecer bonita.
Tenta acabar com sua imagem, com sua coragem, deixa a fraqueza dominar não deveria ser assim.
Mal consegue se olhar no espelho, o que vê a faz passar mal, uma pessoa horrenda, seu fim, na realidade ela não queria isso, mas não acha coragem pra sair desse ciclo vicioso e lento, que a amarra e a faz sentir tão mal.
Quer gritar e se libertar disso, aos poucos reconstruir suas pegadas e alguns passos deixados a esmo.
Quer encontrar pegadas, e jogar a areia pro alto e mostrar seu poder
e dizer que era outra pessoa, ela era outra agora, era o poder máximo, a beleza acertada a coragem purificada, era uma nova pessoa, e foi além...
Tenta acabar com sua imagem, com sua coragem, deixa a fraqueza dominar não deveria ser assim.
Mal consegue se olhar no espelho, o que vê a faz passar mal, uma pessoa horrenda, seu fim, na realidade ela não queria isso, mas não acha coragem pra sair desse ciclo vicioso e lento, que a amarra e a faz sentir tão mal.
Quer gritar e se libertar disso, aos poucos reconstruir suas pegadas e alguns passos deixados a esmo.
Quer encontrar pegadas, e jogar a areia pro alto e mostrar seu poder
e dizer que era outra pessoa, ela era outra agora, era o poder máximo, a beleza acertada a coragem purificada, era uma nova pessoa, e foi além...
reuni todo meu medo,
todos os meus pecados e tentei atirar pela janela.
cigarros apagados no chão, restos mortais
de flores ácidas,
mãos crispadas, o corpo trêmulo.
a história ainda nem tinha começado,
e eu terminei de arrastar as correntes.
seguindo as sombras e pedindo
perdâo.
Aquele tapa na cara,
as luvas não diziam mais nada.
terminei de almoçar, comecei a arrancar meus olhos
nunca mais queria ver meus pensamentos.
poderia chorar por dias sem parar
e esperar você me odiando outra vez.
sábado, 27 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
LEMBRANÇA DO FUTURO
Eu amo você.
Depois disso ele voltou a se trancar na sua mente.Ele agora estava velho, meu velho. destruído pelas drogas, afetado física e mentalmente.O fato de ele dizer aquilo para mim era realmnte fora do normal, nunca poderei esquecer aquela tarde.
Segurei suas mãos com carinho, pra sentir o calor morno que elas emanavam.Aliás, suas mãos sempre foram quentes, sempre me fascinaram.Meu velho querido, quero morrer ao mesmo tempo que você, de mãos dadas.Imagino nós dois deitados no nosso leito, mortos, unidos para além dos tempos, já que seguimos juntos desde o início dos tempos. Quero que a terra nos consuma ao mesmo tempo.Tantos anos e agora estamos aqui, esperando que a sombra da morte apareça no canto de nosso quarto nos alertando que é chegada a hora.
-Também quero morrer com você querida. Estou esperando para irmos embora.Como se tivesse lido meus pensamentos, sabia que isso era uma mostra de nossa união.Comecei a chorar como criança, não esperava sua reação, palavras ditas ao vento, desejando que se tornem reais..Isso me mostrava que ele ainda possuia uma parte de sua consciência, que conseguiu absorver as minhas palavras.Meu querido louco.Olhando agora, ninguém diria que ela havia sido aquele homem, só eu posso vê-lo daquele mesmo jeito, ninguém diria que ele fora um cantor, um roqueiro de rpimeira linha, um homem fascinante.Mas eu ainda via, via ele do mesmo jeito, com a mesma luz, apesar dos anos,tantos anos... Ainda lembra da sua voz ressoando nos shows, vibrante, desesperada.Agora olhava pra ele e via as guitarras, via sua guerra, via sua busca...
Eu amo você.
Depois disso ele voltou a se trancar na sua mente.Ele agora estava velho, meu velho. destruído pelas drogas, afetado física e mentalmente.O fato de ele dizer aquilo para mim era realmnte fora do normal, nunca poderei esquecer aquela tarde.
Segurei suas mãos com carinho, pra sentir o calor morno que elas emanavam.Aliás, suas mãos sempre foram quentes, sempre me fascinaram.Meu velho querido, quero morrer ao mesmo tempo que você, de mãos dadas.Imagino nós dois deitados no nosso leito, mortos, unidos para além dos tempos, já que seguimos juntos desde o início dos tempos. Quero que a terra nos consuma ao mesmo tempo.Tantos anos e agora estamos aqui, esperando que a sombra da morte apareça no canto de nosso quarto nos alertando que é chegada a hora.
-Também quero morrer com você querida. Estou esperando para irmos embora.Como se tivesse lido meus pensamentos, sabia que isso era uma mostra de nossa união.Comecei a chorar como criança, não esperava sua reação, palavras ditas ao vento, desejando que se tornem reais..Isso me mostrava que ele ainda possuia uma parte de sua consciência, que conseguiu absorver as minhas palavras.Meu querido louco.Olhando agora, ninguém diria que ela havia sido aquele homem, só eu posso vê-lo daquele mesmo jeito, ninguém diria que ele fora um cantor, um roqueiro de rpimeira linha, um homem fascinante.Mas eu ainda via, via ele do mesmo jeito, com a mesma luz, apesar dos anos,tantos anos... Ainda lembra da sua voz ressoando nos shows, vibrante, desesperada.Agora olhava pra ele e via as guitarras, via sua guerra, via sua busca...
sábado, 20 de junho de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)